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	<title>Economia &#8211; Cultura em Off</title>
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		<title>Representantes do setor produtivo do Ceará defendem reajuste automático anual do teto do MEI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 19:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260626103243705-768x473.jpeg" 0="" alt="Representantes do setor produtivo do Ceará defendem reajuste automático anual do teto do MEI" />Roberto Kennedy/Câmara dos Deputados Programa Câmara pelo Brasil em Fortaleza Representantes das federações da indústria, do comércio e de serviços do Ceará defenderam nesta sexta-feira (26)<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260626103243705-768x473.jpeg" 0="" alt="Representantes do setor produtivo do Ceará defendem reajuste automático anual do teto do MEI" /><div class="image-container" data-midia="1285992">
<div class="midia-creditos"><em>Roberto Kennedy/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260626103243705-768x473.jpeg" alt="Fortaleza (CE). Novo enquadramento do MEI e atualização do Simples Nacional."></div>
<div class="midia-legenda">Programa Câmara pelo Brasil em Fortaleza</div>
</div>
<p>Representantes das federações da indústria, do comércio e de serviços do Ceará defenderam nesta sexta-feira (26) a criação de um gatilho para o reajuste anual automático do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (<span class="termoGlossario" title="É um tipo de módulo rural calculado com base em critérios como a fração mínima de parcelamento na região. Corresponde à medida de 5 a 100 hectares, de acordo com a localização da propriedade." data-toggle="tooltip" data-placement="top">MEI</span>) no país.</p>
<p>Eles participaram, em Fortaleza, do quinto seminário regional promovido pela <span class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> da Câmara dos Deputados que analisa o aumento do limite anual de faturamento do MEI, previsto no <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/845632-projeto-aumenta-limite-de-faturamento-para-microempreendedor-individual">Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21</a>.</p>
<p>O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), Luís Fernando Bittencourt, afirmou que o limite anual de faturamento do MEI, fixado em R$ 81 mil desde 2018, está defasado pela inflação. Segundo ele, apenas a recomposição das perdas acumuladas elevaria esse valor para cerca de R$ 121 mil.</p>
<p>&#8220;O MEI foi constituído em 2008, mas, desde 2018, o limite anual de faturamento é de R$ 81 mil. Só com a inflação de 2018 até 2025, que é de em torno de 45%, o teto deveria estar em torno de R$ 121 mil&#8221;, afirmou.</p>
<p>Na mesma linha, o diretor da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Lauro Filho, defendeu que a atualização do teto deixe de depender de novas leis e passe a ocorrer automaticamente com base na inflação oficial.</p>
<p>&#8220;Se existe uma inflação oficial que norteia a política econômica do governo, por que esses limites não são automaticamente reajustados por esses índices? Não precisaria haver esse desgaste&#8221;, argumentou.</p>
<div class="image-container" data-midia="1285994">
<div class="midia-creditos"><em>Roberto Kennedy/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260626104434022-768x473.jpeg" alt="Fortaleza (CE). Novo enquadramento do MEI e atualização do Simples Nacional. Dep. Jorge Goetten (REPUBLICANOS - SC)"></div>
<div class="midia-legenda">Goetten vai propor a criação de um mecanismo de correção automática do teto do MEI</div>
</div>
<p><strong>Informalidade</strong><br />
O microempreendedor Everton também alertou que a ausência de uma regra permanente pode estimular a informalidade. Para ele, além de um aumento imediato do limite de faturamento, é necessário estabelecer um mecanismo de atualização anual.</p>
<p>&#8220;Que suba pelo menos 100%, de R$ 81 mil para R$ 160 mil, porque nós não sabemos quando vai ser ajustado novamente, a não ser que seja criado um gatilho anual, pelo menos pela inflação. Senão, isso acaba levando muitos de volta para a informalidade&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Relatório</strong><br />
Relator do PLP 108/21, o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) informou que pretende incorporar ao parecer a criação de um mecanismo de correção automática do teto de faturamento do MEI. Ele também anunciou uma medida para reduzir os impactos da eventual mudança nas regras da jornada de trabalho sobre os pequenos negócios, incluindo micro e pequenas empresas.</p>
<p>Segundo Goetten, o relatório deverá prever a isenção da contribuição previdenciária por dois anos para os funcionários contratados em razão da adaptação às novas escalas de trabalho.</p>
<p>&#8220;Nós queremos incluir no nosso relatório uma forma de mitigar o impacto que vai causar, principalmente nos pequenos negócios, essa alteração da jornada e da escala. A empresa que tiver que contratar mais funcionários por causa dessa transição terá isenção da contribuição previdenciária para esses trabalhadores durante dois anos&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Simples Nacional</strong><br />
O relator explicou ainda que já está pacificada com o governo a elevação do teto do MEI de R$ 81 mil para R$ 130 mil e a autorização para contratação de mais um funcionário. Goetten sinalizou, no entanto, que a atualização dos limites das seis faixas do Simples Nacional ainda está em negociação.</p>
<p>O seminário regional foi realizado a partir de requerimento dos deputados André Figueiredo (PDT-CE) e Luiz Gastão (PSD-CE). O ciclo já passou por Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG). Na segunda-feira (29), o debate chega ao Rio de Janeiro (RJ).</p>
<p>As sugestões apresentadas durante os seminários serão analisadas pelo relator para a elaboração da versão final do parecer sobre o PLP 108/21, que ainda será votado pela comissão especial antes de seguir para a apreciação do Plenário da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1285981-representantes-do-setor-produtivo-do-ceara-defendem-reajuste-automatico-anual-do-teto-do-mei/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Audiência debate novo enquadramento para microempreendedor e atualização do Simples Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2024/09/img20210209113146080-768x512.jpg" 0="" alt="Audiência debate novo enquadramento para microempreendedor e atualização do Simples Nacional" />Depositphotos Parlamentares avaliam reajuste nos limites atuais para compensar perdas com a inflação A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o aumento do limite<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2024/09/img20210209113146080-768x512.jpg" 0="" alt="Audiência debate novo enquadramento para microempreendedor e atualização do Simples Nacional" /><div class="image-container" data-midia="1093906">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2024/09/img20210209113146080-768x512.jpg" alt="Economia - Dinheiro - cédulas e moedas de real - bancos - consumidor - orçamento - inflação - notas de dinheiro"></div>
<div class="midia-legenda">Parlamentares avaliam reajuste nos limites atuais para compensar perdas com a inflação</div>
</div>
<p>A <span class="termoGlossario" title="Comissão temporária criada para analisar e votar proposta de emenda à Constituição (PEC), projeto de código e propostas que envolvam matéria de competência de mais de quatro comissões de mérito." data-toggle="tooltip" data-placement="top">comissão especial</span> da Câmara dos Deputados que analisa o aumento do limite anual de faturamento do Microempreendedor Individual (<span class="termoGlossario" title="É um tipo de módulo rural calculado com base em critérios como a fração mínima de parcelamento na região. Corresponde à medida de 5 a 100 hectares, de acordo com a localização da propriedade." data-toggle="tooltip" data-placement="top">MEI</span>) discute na próxima quarta-feira (1º) o novo enquadramento da categoria e a atualização do Simples Nacional.</p>
<p>O debate será realizado às 14 horas, no plenário 6.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82605">Veja quem foi convidado</a></li>
</ul>
<p>A audiência foi proposta pelas deputadas <span data-placeholder-token="true">Adriana Ventura</span> (Novo-SP), <span data-placeholder-token="true">Any Ortiz (PP-SP) e</span> <span data-placeholder-token="true">Bia Kicis (PL-DF)</span>, e pelos deputados <span data-placeholder-token="true">Jorge Goetten (Republicanos-SP) e Beto Richa (PSDB-PR).</span></p>
<p>O objetivo é avaliar a defasagem dos limites de faturamento do Simples, a necessidade de adaptação ao novo sistema tributário e os efeitos sobre a previsibilidade e a competitividade dos pequenos negócios.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />
Os parlamentares afirmam que, desde a última atualização dos tetos do Simples Nacional, o Brasil enfrentou períodos de inflação elevada.</p>
<p>&#8220;O congelamento do limite de R$ 81 mil anuais para o MEI tem punido o empreendedor que, embora não tenha crescido em volume de negócios, viu seu faturamento nominal subir devido à alta nos preços de insumos&#8221;, resume Bia Kicis.</p>
<p data-start="53" data-end="421"><strong>O que é</strong><br />
MEI é uma categoria criada para formalizar trabalhadores autônomos e pequenos empreendedores. Em geral, pode ser MEI quem:</p>
<ul data-start="462" data-end="669">
<li data-section-id="1iyhd76" data-start="462" data-end="529">trabalha por conta própria em atividade permitida;</li>
<li data-section-id="usu43m" data-start="530" data-end="611">fatura até R$ 81 mil por ano;</li>
<li data-section-id="1pxuulz" data-start="612" data-end="669">não é sócio, administrador ou titular de outra empresa.</li>
</ul>
<p><strong>Comissão especial</strong><br />
A Câmara tem um colegiado que está analisando o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/845632-projeto-aumenta-limite-de-faturamento-para-microempreendedor-individual">Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21</a>, já aprovado pelo Senado, que eleva a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1267536-COMISSAO-ESPECIAL-SOBRE-NOVO-TETO-PARA-MEI-E-INSTALADA-NA-CAMARA">Comissão especial sobre novo teto para MEI é instalada na Câmara</a></li>
</ul>
<p>A proposta também autoriza a contratação de até dois empregados, o dobro do permitido atualmente.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1254645-camara-aprova-urgencia-ao-projeto-que-aumenta-limite-de-faturamento-para-mei/">O texto tramita em regime de urgência</a></p>
<p><strong>Valores em discussão</strong><br />
Nesta semana, o relator da proposta, deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), afirmou que o governo sinalizou a atualização desse limite de R$ 81 mil para R$ 130 mil.</p>
<p>Já o teto do Simples Nacional deve passar de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões. A mudança, segundo Goetten, compensaria a falta de reajustes desde 2016.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1284875-RELATOR-DEFENDE-AUMENTO-DO-TETO-DO-SIMPLES-NACIONAL-PARA-R%24-8-MILHOES">Relator defende aumento do teto do Simples Nacional para R$ 8 milhões</a></li>
</ul>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1285769-audiencia-debate-novo-enquadramento-para-microempreendedor-e-atualizacao-do-simples-nacional/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Comissão aprova nova regra sobre divisão de lucros de empresa em caso de divórcio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20231024191130091-768x437.jpg" 0="" alt="Comissão aprova nova regra sobre divisão de lucros de empresa em caso de divórcio" />Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados Professor Alcides recomendou a aprovação da proposta, com mudanças A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou proposta<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20231024191130091-768x437.jpg" 0="" alt="Comissão aprova nova regra sobre divisão de lucros de empresa em caso de divórcio" /><div class="image-container" data-midia="1229912">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2025/12/img20231024191130091-768x437.jpg" alt="Deputado Professor Alcides fala ao microfone"></div>
<div class="midia-legenda">Professor Alcides recomendou a aprovação da proposta, com mudanças</div>
</div>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1832" data-end="2178">A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou proposta que prevê o direito do cônjuge, ex-cônjuge, companheiro ou ex-companheiro de receber, de forma proporcional, lucros, dividendos, juros sobre capital próprio e outros valores distribuídos por empresa cuja participação societária esteja sujeita à divisão de bens.</p>
<p data-start="1832" data-end="2178">A regra vale para casos de dissolução de casamento ou de união estável sob regime patrimonial que permita a comunicação de bens, como a comunhão parcial ou universal. O direito permanece da data comprovada da separação de fato até a conclusão da partilha das cotas, ações ou participações societárias, ou até a liquidação dessa participação.</p>
<p>A medida busca preencher uma lacuna nos casos em que a divisão dos bens demora e apenas o sócio formal continua recebendo os rendimentos de um patrimônio que ainda será partilhado.</p>
<p>Pelo texto, o beneficiário terá direito apenas aos valores efetivamente distribuídos, pagos, creditados ou colocados à disposição do sócio formal. A proposta não cria obrigação de a empresa distribuir lucros.</p>
<p><strong>Direito apenas financeiro<br />
</strong>O projeto deixa claro que esse direito tem natureza exclusivamente patrimonial. Isso significa que o beneficiário não se torna sócio da empresa, não tem direito a voto, não participa da administração e não interfere nas decisões societárias.</p>
<p>A distribuição ou retenção de lucros continuará seguindo a legislação societária e o contrato ou estatuto social da empresa.</p>
<p><strong>Acesso a informações<br />
</strong>O beneficiário terá acesso apenas aos documentos contábeis e societários necessários para verificar os valores efetivamente distribuídos ao sócio formal.</p>
<p>Esse acesso não inclui informações estratégicas nem acesso amplo à contabilidade da empresa. As informações deverão respeitar o sigilo empresarial, a proteção de dados de terceiros e os direitos dos demais sócios.</p>
<p><strong>Pagamento<br />
</strong>Em regra, o pagamento será feito pelo próprio sócio formal que recebe os lucros. As partes, porém, poderão fazer acordo, ou a Justiça ou a arbitragem poderão determinar depósito ou pagamento direto pela sociedade.</p>
<p>Se o responsável deixar de pagar sem justificativa, deverá repassar os valores devidos com atualização monetária e juros. Também poderá haver perdas e danos e multa de até 20% sobre o valor retido indevidamente.</p>
<p><strong>Mudanças no texto original</strong><br />
O texto aprovado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Professor Alcides (PSDB-GO), ao Projeto de Lei 5669/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ).</p>
<p>O relator afirma que, quando a partilha se prolonga, a ausência de parâmetros claros pode gerar assimetria entre as partes.</p>
<p>O projeto original, segundo Alcides, tinha pontos que poderiam afetar a empresa como um todo, não apenas o sócio. O substitutivo, acrescenta o relator, preserva a segurança jurídica das empresas e evita que elas sejam afetadas por conflitos entre os ex-cônjuges.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta ainda será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1285387-comissao-aprova-nova-regra-sobre-divisao-de-lucros-de-empresa-em-caso-de-divorcio/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Projeto inclui educação tributária no currículo dos ensinos fundamental e médio</title>
		<link>https://culturaemoff.com.br/2026/06/25/projeto-inclui-educacao-tributaria-no-curriculo-dos-ensinos-fundamental-e-medio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20250813153707246-768x473.jpg" 0="" alt="Projeto inclui educação tributária no currículo dos ensinos fundamental e médio" />Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Junio Amaral: objetivo é ampliar o conhecimento sobre impacto dos impostos no cotidiano O Projeto de Lei 577/26 inclui a<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20250813153707246-768x473.jpg" 0="" alt="Projeto inclui educação tributária no currículo dos ensinos fundamental e médio" /><div class="image-container" data-midia="1285496">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20250813153707246-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Junio Amaral (PL - MG)"></div>
<div class="midia-legenda">Junio Amaral: objetivo é ampliar o conhecimento sobre impacto dos impostos no cotidiano</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 577/26 inclui a educação tributária como componente curricular obrigatório nos ensinos fundamental e médio.</p>
<p>O objetivo é ampliar o conhecimento dos estudantes sobre o sistema tributário nacional e como os impostos afetam o cotidiano da população.</p>
<p>“O Brasil apresenta uma das maiores cargas tributárias do mundo, incluindo uma série de tributos que não são compreendidos pelos cidadãos”, disse o autor da proposta, deputado Junio Amaral (PL-MG).</p>
<p>O texto altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)</a>. De acordo com Junio Amaral, a medida também permitirá uma maior compreensão sobre o pagamento de salários e o custo dos produtos consumidos pelas pessoas.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1285228-projeto-inclui-educacao-tributaria-no-curriculo-dos-ensinos-fundamental-e-medio/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Medida provisória ajusta programa de crédito para micro e pequenas empresas</title>
		<link>https://culturaemoff.com.br/2026/06/24/medida-provisoria-ajusta-programa-de-credito-para-micro-e-pequenas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20230424110822774-768x512.jpg" 0="" alt="Medida provisória ajusta programa de crédito para micro e pequenas empresas" />Depositphotos MP altera nome de ação orçamentária relativa a garantias de crédito O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1371/26) que modifica outra MP editada em<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20230424110822774-768x512.jpg" 0="" alt="Medida provisória ajusta programa de crédito para micro e pequenas empresas" /><div class="image-container" data-midia="1285082">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20230424110822774-768x512.jpg" alt="Economia - geral - dinheiro - finanças - orçamento - recursos públicos, - tributos - reforma tributária"></div>
<div class="midia-legenda">MP altera nome de ação orçamentária relativa a garantias de crédito</div>
</div>
<p>O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1371/26) que modifica outra MP editada em abril (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1268510-mp-abre-credito-extraordinario-para-renovacao-da-frota-de-caminhoes-e-onibus">MP 1354/26</a>) que incluiu <span class="termoGlossario" title="Crédito orçamentário destinado a atender despesas urgentes e imprevisíveis, como as decorrentes de calamidade pública. É encaminhado ao Congresso Nacional pelo presidente da República por meio de medida provisória" data-toggle="tooltip" data-placement="top">crédito extraordinário</span> de R$ 17 bilhões no Orçamento de 2026.</p>
<p>O crédito foi aberto para o financiamento de caminhões novos por pessoas físicas e empresas e para ofertar garantias de crédito para micro e pequenas empresas.</p>
<p>A MP 1371/26 tem o objetivo de dar novo nome à ação orçamentária relativa às garantias.</p>
<p>“A denominação da programação não mencionava os microempreendedores, foco desde sempre do FGI [Fundo Garantidor para Investimentos], e sequer a hipótese de emprego do FGI para os trabalhadores autônomos”, justificou o governo na mensagem que acompanha o texto.</p>
<p>Portanto, foi trocado o título “Integralização de cotas do Fundo Garantidor para Investimentos para Pequenas e Médias Empresas no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito” para “Integralização de cotas do Fundo Garantidor para Investimentos no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito”.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A MP já está em vigor, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei. O texto será analisado pela <span class="termoGlossario" title="Comissão de deputados e senadores responsável pela análise das propostas orçamentárias elaboradas pelo Executivo: Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Lei Orçamentária Anual (LOA) e Plano Plurianual (PPA)." data-toggle="tooltip" data-placement="top">Comissão Mista de Orçamento</span> e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></li>
</ul>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1284759-medida-provisoria-ajusta-programa-de-credito-para-micro-e-pequenas-empresas/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Projeto libera fundos de pensão de limite de juros em empréstimos</title>
		<link>https://culturaemoff.com.br/2026/06/23/projeto-libera-fundos-de-pensao-de-limite-de-juros-em-emprestimos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 23:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260609165451423-768x473.jpg" 0="" alt="Projeto libera fundos de pensão de limite de juros em empréstimos" />Thiago Cristino/Câmara dos Deputados Tadeu Veneri, autor do projeto de lei O Projeto de Lei 237/26 afasta o limite de juros para empréstimos dos fundos de<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260609165451423-768x473.jpg" 0="" alt="Projeto libera fundos de pensão de limite de juros em empréstimos" /><div class="image-container" data-midia="1284985">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260609165451423-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Tadeu Veneri (PT - PR)"></div>
<div class="midia-legenda">Tadeu Veneri, autor do projeto de lei</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 237/26 afasta o limite de juros para empréstimos dos fundos de pensão aos seus participantes. O texto em análise na Câmara dos Deputados impede a aplicação da <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/decret/1930-1939/decreto-22626-7-abril-1933-503405-norma-pe.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei da Usura</a>, que prevê taxa máxima de 12% ao ano.</p>
<p>Segundo o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), autor da proposta, a ideia é proteger as futuras aposentadorias. Ele afirma ainda que entidades fechadas de previdência complementar não buscam lucro, mas precisam rentabilizar os seus recursos.</p>
<p>Tadeu Veneri ressalta que, atualmente, a Justiça tem limitado os juros cobrados pelos fundos de pensão a 12% ao ano. Para ele, isso ameaça o equilíbrio dos planos de benefícios e pode resultar em contribuições extras dos participantes.</p>
<p><strong>Alteração em lei</strong><br />
A proposta altera a <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2024/lei-14905-28-junho-2024-795872-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 14.905/24</a>, que trata da aplicação de juros e correção monetária nos contratos, para incluir os fundos de pensão na lista de exceções à Lei da Usura. Hoje, bancos e outras instituições financeiras integram a relação.</p>
<p>“A submissão às restrições da Lei da Usura desvirtua a função institucional dessas entidades, inviabiliza a rentabilização dos ativos e reduz a capacidade de cumprir as metas atuariais”, diz Tadeu Veneri.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
O projeto será analisado em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1284656-projeto-libera-fundos-de-pensao-de-limite-de-juros-em-emprestimos/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Operadores de telemarketing denunciam precarização do trabalho e pedem regulamentação da profissão</title>
		<link>https://culturaemoff.com.br/2026/06/23/operadores-de-telemarketing-denunciam-precarizacao-do-trabalho-e-pedem-regulamentacao-da-profissao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 21:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623105121272-768x473.jpg" 0="" alt="Operadores de telemarketing denunciam precarização do trabalho e pedem regulamentação da profissão" />Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial debateu o assunto Operadores de telemarketing denunciaram violações trabalhistas e defenderam a<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623105121272-768x473.jpg" 0="" alt="Operadores de telemarketing denunciam precarização do trabalho e pedem regulamentação da profissão" /><div class="image-container" data-midia="1284996">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623105121272-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Condições de trabalho do setor de call center."></div>
<div class="midia-legenda">Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial debateu o assunto</div>
</div>
<p>Operadores de telemarketing denunciaram violações trabalhistas e defenderam a aprovação de projetos de lei para regulamentar a profissão durante audiência realizada nesta terça-feira (23) pela Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Representantes dos trabalhadores afirmaram que as propostas enfrentam resistência de empresários do setor.</p>
<p>A diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Rio Grande do Sul (Sintetel-RS), Crislaine Carneiro, afirmou que a precarização atinge cerca de 1,5 milhão de teleoperadores no País.</p>
<p>“De norte a sul, é muito parecido: o nosso setor tem uma cultura de exploração. E é uma exploração que está descabida. O lucro que essas empresas vêm fazendo em cima do adoecimento mental dos trabalhadores é desumano, é surreal. O Estado brasileiro tem que cumprir o papel de garantir os direitos mínimos para esses trabalhadores”, disse.</p>
<div class="image-container" data-midia="1284997">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623112408937-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Condições de trabalho do setor de call center. Diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações de São Paulo - SINTETEL, Angélica Fortunato Pereira."></div>
<div class="midia-legenda">Angélica Pereira: trabalhadores não ficam na função sem que haja deploração da saúde</div>
</div>
<p><strong>Fiscalização<br />
</strong>O Conselho Nacional de Direitos Humanos fiscalizou as condições de trabalho em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. Segundo o relatório, foram identificados problemas como falta de equipamentos, metas consideradas abusivas, terceirização elevada e baixos valores de auxílio-alimentação.</p>
<p>O documento também registra relatos de assédio moral, limitação do tempo para uso do banheiro e altos índices de adoecimento. Entre os problemas citados estão casos de síndrome do pânico e síndrome de burnout.</p>
<p>A diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações de São Paulo (Sintetel-SP), Angélica Pereira, afirmou que essas situações fazem parte da rotina dos operadores. “Isso adoece fisicamente, isso adoece emocionalmente. Muitas pessoas começam a desenvolver perdas auditivas, não conseguem permanecer nesse tipo de atuação por muito tempo sem que haja uma deploração da sua própria saúde e da sua vida pessoal.”</p>
<div class="image-container" data-midia="1284998">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623112404943-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Condições de trabalho do setor de call center. Presidente do Sindicato dos Trabalhos em Empresas de Telecomunicações do Rio Grande do NOrte - SINTTELRN, Iara Martins."></div>
<div class="midia-legenda">Iara Martins: legislação atual não acompanha as mudanças do setor</div>
</div>
<p><strong>Regulamentação profissional<br />
</strong>Representantes sindicais e integrantes do Conselho Nacional de Direitos Humanos defenderam a regulamentação da profissão.</p>
<p>Entre as medidas propostas estão:</p>
<ul>
<li>piso salarial nacional;</li>
<li>jornada de 6 horas diárias de atendimento;</li>
<li>escala de trabalho 5&#215;2;</li>
<li>parâmetros de proteção à saúde;</li>
<li>adicionais de insalubridade e penosidade.</li>
</ul>
<p>Representante da Federação Nacional dos Trabalhadores em Telecomunicações (Fenattel) e presidente do Sintetel-RN, Iara Martins afirmou que a legislação atual não acompanha as mudanças do setor. “A legislação para proteger essa categoria está desfocada da realidade, dado o avanço imenso da tecnologia nesse setor.”</p>
<p><strong>Posição das empresas<br />
</strong>O vice-presidente regulatório da Federação Nacional das Empresas de Infraestrutura de Telecomunicações e Tecnologia (Feninfra), José Américo, alertou para possíveis efeitos da regulamentação.</p>
<p>“Ao querer proteger o trabalhador, pode estar criando uma regra de estimular a robotização e reduzir os postos de trabalho dentro de uma atividade que é importante socialmente”, afirmou.</p>
<div class="image-container" data-midia="1284999">
<div class="midia-creditos"><em>Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623105119233-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Condições de trabalho do setor de call center. Dep. Erika Kokay (PT-DF)"></div>
<div class="midia-legenda">Erika Kokay defendeu projeto de lei que regulamenta a profissão</div>
</div>
<p><strong>Perfil da categoria<br />
</strong>Dados da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) mostram que o Brasil tem 407 mil teleoperadores ativos.</p>
<p>Segundo os números apresentados na audiência:</p>
<ul>
<li>67% são mulheres;</li>
<li>61% são pessoas negras;</li>
<li>a idade média varia entre 31 e 33 anos;</li>
<li>a remuneração média fica entre R$ 1.685 e R$ 1.897.</li>
</ul>
<p><strong>Projeto de lei<br />
</strong>A deputada Erika Kokay (PT-DF), que solicitou o debate, defendeu a regulamentação profissional dos teleoperadores. Ela citou o Projeto de Lei 2196/25, apresentado pelo deputado Reimont (PT-RJ), em análise pela Câmara dos Deputados.</p>
<p>“Precisa ter um piso nacional pela complexidade e pela dimensão da tarefa. Nós temos esse projeto do Reimont e é preciso que a gente o faça avançar, porque ele é terminativo nas comissões: se não houver recurso, ele estará pronto para ir ao Senado”, disse a deputada.</p>
<p><strong>Próximos passos<br />
</strong>Erika Kokay também sugeriu:</p>
<ul>
<li>a criação de um observatório sobre a saúde dos operadores de telemarketing;</li>
<li>o reforço da fiscalização trabalhista; e</li>
<li>a instalação de uma mesa permanente de negociação entre trabalhadores, empresários e governo.</li>
</ul>
<p>Segundo a deputada, o objetivo é buscar consensos para melhorar as condições de trabalho da categoria.</p>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1284994-operadores-de-telemarketing-denunciam-precarizacao-do-trabalho-e-pedem-regulamentacao-da-profissao/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Relator defende aumento do teto do Simples Nacional para R$ 8 milhões</title>
		<link>https://culturaemoff.com.br/2026/06/23/relator-defende-aumento-do-teto-do-simples-nacional-para-r-8-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 21:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623111439723-768x473.jpg" 0="" alt="Relator defende aumento do teto do Simples Nacional para R$ 8 milhões" />Alessandra Torres / Câmara dos Deputados Tema foi debatido em Belo Horizonte, no Câmara pelo Brasil O relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21, que<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623111439723-768x473.jpg" 0="" alt="Relator defende aumento do teto do Simples Nacional para R$ 8 milhões" /><div class="image-container" data-midia="1284990">
<div class="midia-creditos"><em>Alessandra Torres / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623111439723-768x473.jpg" alt="Belo Horizonte (MG). PLP 108/21 – Novo Enquadramento Microempreendedor Individual."></div>
<div class="midia-legenda">Tema foi debatido em Belo Horizonte, no Câmara pelo Brasil</div>
</div>
<p>O relator do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/845632-projeto-aumenta-limite-de-faturamento-para-microempreendedor-individual">Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21</a>, que atualiza os limites de faturamento do Microempreendedor Individual (<span class="termoGlossario" title="É um tipo de módulo rural calculado com base em critérios como a fração mínima de parcelamento na região. Corresponde à medida de 5 a 100 hectares, de acordo com a localização da propriedade." data-toggle="tooltip" data-placement="top">MEI</span>), deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), afirmou que continuará negociando com o governo a atualização dos limites das seis faixas do Simples Nacional.</p>
<p>Segundo Goetten, o governo sinalizou apenas a atualização do limite de faturamento do MEI, de R$ 81 mil para R$ 130 mil.</p>
<p>O deputado participou do programa Câmara pelo Brasil, que debateu o tema em Belo Horizonte (MG).</p>
<p>Para o parlamentar, o teto máximo do Simples Nacional deve passar de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões. A mudança, segundo ele, compensaria a atualização parcial feita em 2012 e a ausência de reajustes desde 2016.</p>
<p>O relator também defendeu a redução de 12 para 2 meses do prazo máximo para que um MEI permaneça inadimplente sem ser excluído do sistema. Segundo Goetten, a inadimplência dos MEIs soma cerca de R$ 3 bilhões.</p>
<div class="image-container" data-midia="1284991">
<div class="midia-creditos"><em>Alessandra Torres / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260623115315212-768x473.jpg" alt="Belo Horizonte (MG). PLP 108/21 – Novo Enquadramento Microempreendedor Individual. Presidente do Sistema S de MG/FECOMÉRCIO, Nadim Elias Donato Filho."></div>
<div class="midia-legenda">Nadim Donato, presidente da Fecomércio, quer facilitar negociação com o governo</div>
</div>
<p>O presidente da Fecomércio Minas Gerais, Nadim Donato, afirmou que aceitaria um teto máximo de R$ 6 milhões para o Simples Nacional, caso isso facilite as negociações com o governo.</p>
<p>O deputado Domingos Sávio (PL-MG) afirmou que o compromisso do governo de enviar uma proposta própria pode facilitar as negociações. “Quando o governo manda, você fica com a legitimidade do Parlamento de aprimorar o projeto, mas a autoria é do governo. Então não há o que se falar em inconstitucionalidade. Portanto, nós não estaríamos fazendo o que de fato é inconstitucional, que é o Parlamento tomar a iniciativa de fazer renúncia fiscal”, afirmou.</p>
<p><strong>Contratação de trabalhadores<br />
</strong>O presidente da Federaminas, Valmir da Silva, também citou dificuldades enfrentadas pelas pequenas empresas, entre elas a contratação de trabalhadores.</p>
<p>“A mão de obra está difícil, a concorrência é grande porque tem pouca mão de obra. E aí eu pergunto, por que a mão de obra está difícil? Nós já sabemos um pouco da resposta. Programas sociais com entrada e não com saída”, afirmou.</p>
<p>O superintendente do Ministério do Trabalho em Minas Gerais, Carlos Calazans, afirmou que o crescimento do número de trabalhadores registrados como MEIs tem impacto nas contas da Previdência Social.</p>
<p>Segundo ele, esse movimento ocorre ao mesmo tempo em que o sistema previdenciário enfrenta os efeitos do envelhecimento da população e do aumento de trabalhadores vinculados a plataformas digitais.</p>
<p> </p>
<div class="video-container youtube youtube-100" data-youtube-id="KK9G8wrGecM">
<div class="midia-creditos"><em>YouTube</em></div>
</p>
<div class="midia-legenda"></div>
</div>
<p> </p>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1284875-relator-defende-aumento-do-teto-do-simples-nacional-para-r-8-milhoes/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Hugo Motta debate renegociação de dívidas agrícolas e redução de impostos sobre combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 19:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616195413501-768x473.jpg" 0="" alt="Hugo Motta debate renegociação de dívidas agrícolas e redução de impostos sobre combustíveis" />Vinicius Loures/Câmara dos Deputados Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), reuniu-se nesta terça-feira (23) com representantes<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616195413501-768x473.jpg" 0="" alt="Hugo Motta debate renegociação de dívidas agrícolas e redução de impostos sobre combustíveis" /><div class="image-container" data-midia="1284954">
<div class="midia-creditos"><em>Vinicius Loures/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260616195413501-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativa. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)"></div>
<div class="midia-legenda">Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados</div>
</div>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), reuniu-se nesta terça-feira (23) com representantes do setor agropecuário e do setor sucroenergético para debater propostas de apoio a produtores rurais e de mitigação dos preços de combustíveis.</p>
<p>No primeiro encontro, Motta recebeu integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que apresentaram demandas relativas ao <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1035632-proposta-preve-renegociacao-de-dividas-rurais-contratadas-ate-2020">Projeto de Lei 5122/23</a>. A proposta, de autoria do deputado Domingos Neto (PSD-CE), cria um programa de renegociação de dívidas para produtores rurais afetados por adversidades climáticas e impactos econômicos globais.</p>
<p>O texto, que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a medida, foi aprovado recentemente com alterações no Senado Federal e retornou para nova análise dos deputados.</p>
<p>A proposta permite a aplicação de regras semelhantes às dívidas perante fundos constitucionais regionais, com o objetivo de oferecer alívio financeiro aos agricultores afetados, seja por meio de rebates, prorrogações, anistias ou renegociações de crédito rural.</p>
<p><strong>Combustíveis</strong><br />
O presidente da Câmara também se reuniu com representantes do setor sucroenergético e com a deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO). Ela é a relatora do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/26, que propõe a redução de impostos federais sobre combustíveis e <span class="termoGlossario" title="Combustível produzido a partir de fontes biológicas renováveis, como cana-de-açúcar, milho, soja, mamona, lixo, esgoto, entre outras. O álcool (ou etanol), a biomassa e o biodiesel são biocombustíveis. Os biocombustíveis podem ser usados isoladamente ou adicionados aos combustíveis convencionais." data-toggle="tooltip" data-placement="top">biocombustíveis</span>.</p>
<p>O projeto autoriza a União a compensar renúncias fiscais em combustíveis com receitas extraordinárias do setor de petróleo. A medida visa mitigar os impactos econômicos do conflito no Oriente Médio sobre o mercado de energia.</p>
<p>“Seguirei minha atuação com todo equilíbrio e responsabilidade, ouvindo a todos”, afirmou o presidente por meio de suas redes sociais.</p>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1284932-hugo-motta-debate-renegociacao-de-dividas-agricolas-e-reducao-de-impostos-sobre-combustiveis/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Comissão aprova regras para contratos de distribuição de produtos industrializados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260519150802465-768x510.jpg" 0="" alt="Comissão aprova regras para contratos de distribuição de produtos industrializados" />Thiago Cristino / Câmara dos Deputados Zé Neto é o relator da proposta A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260519150802465-768x510.jpg" 0="" alt="Comissão aprova regras para contratos de distribuição de produtos industrializados" /><div class="image-container" data-midia="1284502">
<div class="midia-creditos"><em>Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/06/img20260519150802465-768x510.jpg" alt="Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Zé Neto (PT-BA)"></div>
<div class="midia-legenda">Zé Neto é o relator da proposta</div>
</div>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria regras para contratos de distribuição de produtos industrializados no país. O texto define esse contrato como um acordo entre fornecedor e distribuidor para compra e venda regular de produtos a serem comercializados em uma área determinada.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">A proposta define os direitos e os deveres das duas partes e estabelece regras para encerrar o contrato.</p>
<p>As novas regras não se aplicam ao mercado de veículos automotores, que continua sujeito à legislação própria.</p>
<p>O texto aprovado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do deputado Zé Neto (PT-BA) ao Projeto de Lei 1780/22, do deputado Glaustin da Fokus (Pode-GO). Outra proposta analisada em conjunto (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/559162-projeto-equipara-direitos-de-agente-distribuidor-e-representante-comercial">PL 2059/19</a>) foi rejeitada.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3150522&amp;filename=SBT-A+1+CDE+%3D%3E+PL+2059/2019">Veja o texto aprovado </a></li>
</ul>
<p><strong>Regras do contrato<br />
</strong>O contrato deverá informar:</p>
<ul>
<li>os produtos que serão distribuídos;</li>
<li>o território de atuação do distribuidor;</li>
<li>os investimentos necessários para iniciar o negócio;</li>
<li>as instalações que serão usadas para guardar e acomodar os produtos; e</li>
<li>os equipamentos que serão necessários para a distribuição.</li>
</ul>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O projeto também garante ao distribuidor o uso gratuito da marca do fornecedor para identificar e divulgar os produtos. Além disso, novos produtos lançados durante a vigência do contrato devem ser incluídos automaticamente na lista do distribuidor.</p>
<p><strong>Obrigações e vedações<br />
</strong>O texto obriga o fornecedor a respeitar o território do distribuidor, fazer publicidade dos produtos, fornecer apenas as mercadorias solicitadas e registrar por escrito qualquer exigência feita ao distribuidor.</p>
<p>O fornecedor não pode:</p>
<ul>
<li class="mb-2 whitespace-pre-wrap">atuar ou permitir que alguém atue no território do distribuidor;</li>
<li class="mb-2 whitespace-pre-wrap">vender diretamente ao varejista sem autorização do distribuidor;</li>
<li class="mb-2 whitespace-pre-wrap">exigir investimentos acima da capacidade econômica do distribuidor;</li>
<li class="mb-2 whitespace-pre-wrap">condicionar a compra de um produto à compra de outro;</li>
<li class="mb-2 whitespace-pre-wrap">impor a contratação de prestadores de serviços; e</li>
<li class="mb-2 whitespace-pre-wrap">interferir na gestão da empresa do distribuidor.</li>
</ul>
<p>O fornecedor poderá vender diretamente a consumidores finais pessoas físicas, inclusive pela internet.</p>
<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start">O distribuidor deverá revender os produtos no território contratado, organizar cursos de aperfeiçoamento para seus funcionários, manter instalações adequadas e respeitar os limites territoriais dos demais distribuidores.</div>
</div>
</div>
</section>
</div>
</div>
<p><strong>Extinção do contrato<br />
</strong>O projeto prevê que o contrato será inicialmente celebrado por prazo determinado, suficiente para o distribuidor recuperar o investimento.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O contrato poderá ser encerrado: com o fim do prazo previamente determinado; por decisão de uma das partes; por descumprimento do contrato; ou por aumento anormal de custos. O fim do contrato deve ser comunicado com pelo menos 90 dias de antecedência, exceto em caso de aumento anormal de custos.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">Se o fornecedor encerrar o contrato de forma abrupta, sem justificativa, ou der causa ao seu fim, deverá comprar o estoque dos seus produtos ainda em poder do distribuidor, pelo preço de custo, desde que estejam válidos para consumo.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O fornecedor também deverá pagar indenização ao distribuidor fixada em contrato, que não poderá ser menor que 2% do faturamento obtido com a venda de seus produtos até a extinção do contrato, limitada aos últimos 18 meses. O valor será acrescido de três vezes a média mensal desse faturamento para cada cinco anos de vigência do contrato.</p>
<p class="mb-2 whitespace-pre-wrap">O fornecedor também deverá indenizar o distribuidor pelo investimento ainda não recuperado, quando previsto em cláusula de investimento exclusivo.</p>
<p>Para o deputado Zé Neto, a diferença de poder econômico entre fornecedores e distribuidores justifica a proposta. Ele afirmou que muitos distribuidores acabam aceitando contratos prontos, redigidos por grandes empresas, sem poder negociar cláusulas desfavoráveis.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta ainda será analisada, em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span>, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>Fonte da Notícia:<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1284163-comissao-aprova-regras-para-contratos-de-distribuicao-de-produtos-industrializados/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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