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	<title>Segurança &#8211; Cultura em Off</title>
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		<title>Lei cria banco de boas práticas para combater violência contra mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 17:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20230424103641691-768x512.jpg" 0="" alt="Lei cria banco de boas práticas para combater violência contra mulher" />Depositphotos Segundo o Ministério da Justiça, país registrou 399 vítimas de feminicídio entre janeiro e março A Lei 15.466/26 cria o Banco Nacional de Boas Práticas<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20230424103641691-768x512.jpg" 0="" alt="Lei cria banco de boas práticas para combater violência contra mulher" /><div class="image-container" data-midia="1290222">
<div class="midia-creditos"><em>Depositphotos</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20230424103641691-768x512.jpg" alt="Mulher encolhida fazendo sinal de pare com a mão"></div>
<div class="midia-legenda">Segundo o Ministério da Justiça, país registrou 399 vítimas de feminicídio entre janeiro e março</div>
</div>
<p>A <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2026/lei-15466-9-julho-2026-799533-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 15.466/26</a> cria o Banco Nacional de Boas Práticas na Prevenção e no Combate à Violência contra a Mulher. O objetivo é possibilitar o compartilhamento de informações sobre programas, projetos ou ações bem-sucedidas para o enfrentamento desse tipo de violência.</p>
<p>O Banco de Boas Práticas será organizado e gerido pelo governo federal, na forma de regulamento a ser aprovado. Seminários, encontros, reuniões técnicas, pesquisas e levantamentos de dados serão usados para alimentar o banco.</p>
<p>Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova lei foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (10). O texto é originado do <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1036179-projeto-cria-banco-nacional-de-boas-praticas-no-combate-a-violencia-contra-a-mulher">Projeto de Lei 6113/23</a>, do deputado Duda Ramos (Pode-RR), aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><strong>Acesso público</strong><br />
A lei define ainda que as informações do Banco de Boas Práticas serão de acesso público, atualizadas no mínimo anualmente, e conterão, pelo menos:</p>
<ul>
<li>nome do programa, projeto ou ação;</li>
<li>ano de início;</li>
<li>órgãos públicos e entidades envolvidos; e</li>
<li>descrição da iniciativa, com informações sobre os locais de aplicação e o perfil do público atendido.</li>
</ul>
<p>Fonte:  <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1290111-lei-cria-banco-de-boas-praticas-para-combater-violencia-contra-mulher/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Comissão convoca Mauro Vieira para explicar facções classificadas como terroristas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318120612559-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão convoca Mauro Vieira para explicar facções classificadas como terroristas" />Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados O ministro Mauro Vieira A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou a convocação<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318120612559-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão convoca Mauro Vieira para explicar facções classificadas como terroristas" /><div class="image-container" data-midia="1255184">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/03/img20260318120612559-768x473.jpeg" alt="Ministro das Relações Exteriores fala sobre temas da política externa. Ministro de Estado das Relações Exteriores, Embaixador Mauro Luiz Iecker Vieira."></div>
<div class="midia-legenda">O ministro Mauro Vieira</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou a convocação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para prestar esclarecimentos sobre a atuação do governo diante da classificação, pelos Estados Unidos, de organizações criminosas brasileiras como terroristas. O depoimento ainda não foi agendado.</p>
<p>O ministro também deverá esclarecer declarações sobre uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil.</p>
<p>A convocação de Mauro Vieira foi pedida pelo deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), 3º vice-presidente do colegiado.</p>
<p><strong>Informações insuficientes</strong><br />
O deputado havia pedido informações, por escrito, ao Ministério das Relações Exteriores sobre a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas estrangeiras e sobre o posicionamento diplomático adotado pelo Brasil.</p>
<p>Segundo o parlamentar, a resposta do ministério apresentou informações gerais e não esclareceu pontos considerados essenciais.</p>
<p>&#8220;Em vez de fornecer informações objetivas, limitou-se, em diversos trechos, a apresentar considerações genéricas sobre a posição institucional do governo brasileiro, sem esclarecer aspectos essenciais para o exercício da função fiscalizatória desta Casa&#8221;, reclamou o deputado.</p>
<p>Em documento enviado à Câmara, o Itamaraty informou que manifestou sua posição às autoridades norte-americanas. No entanto, não detalhou quando ocorreram as comunicações, quais autoridades participaram das tratativas, quais canais diplomáticos foram utilizados, qual foi o conteúdo das manifestações brasileiras, nem quais providências decorreram dessas conversas.</p>
<p>Fonte:  <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1289674-comissao-convoca-mauro-vieira-para-explicar-faccoes-classificadas-como-terroristas/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Comissão de Direitos Humanos aprova obrigatoriedade de registro de crimes de homotransfobia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260616170558500-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão de Direitos Humanos aprova obrigatoriedade de registro de crimes de homotransfobia" />Marina Ramos / Câmara dos Deputados Tarcísio Motta: medida busca sanar ausência de indicação sobre a motivação dos fatos A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260616170558500-768x473.jpeg" 0="" alt="Comissão de Direitos Humanos aprova obrigatoriedade de registro de crimes de homotransfobia" /><div class="image-container" data-midia="1289656">
<div class="midia-creditos"><em>Marina Ramos / Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260616170558500-768x473.jpeg" alt="Deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ) em reunião na Câmara dos Deputados"></div>
<div class="midia-legenda">Tarcísio Motta: medida busca sanar ausência de indicação sobre a motivação dos fatos</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna obrigatório o registro e o processamento de crimes de homotransfobia nos sistemas de segurança pública do Brasil.</p>
<p>A proposta determina que os boletins de ocorrência passem a ter campos específicos para informações sobre orientação sexual, identidade de gênero, nome social e raça ou cor da vítima. Esses dados deverão ser autodeclarados no momento da denúncia.</p>
<p>A autoridade policial deverá incluir ainda, no relatório final da investigação, uma avaliação fundamentada sobre a existência ou não de motivação homotransfóbica no crime.</p>
<p><strong>Nova versão</strong><br />
O texto aprovado é um <span class="termoGlossario" title="Nome que se dá ao texto que altera substancialmente o conteúdo original da proposta. O substitutivo é apresentado pelo relator e tem preferência na votação sobre o projeto original." data-toggle="tooltip" data-placement="top">substitutivo</span> do relator, deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ), para o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1098746-projeto-obriga-procedimentos-adequados-em-crimes-homotransfobicos-nos-sistemas-de-seguranca-publica">Projeto de Lei 2668/24</a>, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). A nova redação inclui modificações sugeridas anteriormente <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1162862-COMISSAO-APROVA-CRITERIOS-PARA-SISTEMATIZACAO-DE-DADOS-CRIMINAIS-PELA-SEGURANCA-PUBLICA">pela Comissão de Segurança Pública</a>.</p>
<p>Motta explicou que o projeto possui dimensão de política pública, pois os dados obtidos permitirão o monitoramento dos casos de violência contra a população LGBTQIAPN+ e a formulação de ações de enfrentamento pelo Estado, combatendo ainda a invisibilidade dessa população.</p>
<p>“O projeto busca sanar a ausência de indicação sobre a motivação LGBTfóbica dos fatos noticiados. Isso ocorre porque as condutas homofóbicas e transfóbicas são registradas como crime de racismo, às quais se aplica a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1989/lei-7716-5-janeiro-1989-356354-norma-pl.html">Lei do Racismo</a>, por decisão de 2019 do Supremo Tribunal Federal”, disse o relator.</p>
<p><strong>Capacitação</strong><br />
O texto aprovado também prevê a capacitação obrigatória de agentes de segurança pública e a implementação de programas de formação continuada para garantir que a lei seja aplicada corretamente.</p>
<p>Além disso, as delegacias deverão fixar cartazes com as definições de “orientação sexual”, “identidade de gênero” e “nome social” para orientar o público.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para vira lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p>Fonte:  <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1289616-comissao-de-direitos-humanos-aprova-obrigatoriedade-de-registro-de-crimes-de-homotransfobia/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<item>
		<title>Comissão aprova criação de delegacias especializadas no atendimento a pessoas com deficiência</title>
		<link>https://culturaemoff.com.br/2026/07/09/comissao-aprova-criacao-de-delegacias-especializadas-no-atendimento-a-pessoas-com-deficiencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20230809173446129-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova criação de delegacias especializadas no atendimento a pessoas com deficiência" />Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados Dra. Alessandra Haber: unidades serão financiadas pelo Fundo de Segurança Pública A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20230809173446129-768x473.jpg" 0="" alt="Comissão aprova criação de delegacias especializadas no atendimento a pessoas com deficiência" /><div class="image-container" data-midia="1289589">
<div class="midia-creditos"><em>Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20230809173446129-768x473.jpg" alt="Discussão e votação de propostas. Dep. Dra. Alessandra Haber(MDB - PA)"></div>
<div class="midia-legenda">Dra. Alessandra Haber: unidades serão financiadas pelo Fundo de Segurança Pública</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria, nos estados e no Distrito Federal, as Delegacias Especializadas no Atendimento às Pessoas com Deficiência (DEAPD)</p>
<p>As unidades serão financiadas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.</p>
<p>Pela proposta, o Poder Executivo deverá regulamentar a instalação gradual das delegacias, de acordo com a demanda de cada região.</p>
<p>Por <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3148760&amp;filename=PRL+1+CPD+%3D%3E+PL+4517/2025">recomendação da relatora</a>, deputada Dra. Alessandra Haber (Pode-PA), o colegiado aprovou a <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3134206&amp;filename=SBT-A+1+CSPCCO+%3D%3E+PL+4517/2025">versão da Comissão de Segurança Pública</a> para o Projeto de Lei 4517/25, do deputado Juninho do Pneu (PSDB-RJ).</p>
<p>A principal mudança em relação ao texto original foi a previsão de financiamento pelo Fundo Nacional de Segurança Pública. Segundo a relatora, essa alteração dá à proposta &#8220;maior viabilidade administrativa e financeira&#8221;.</p>
<p>De acordo com o texto aprovado, as delegacias deverão contar com equipes multiprofissionais formadas por delegados, investigadores, escrivães, psicólogos, assistentes sociais, intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e profissionais de apoio.</p>
<p>Essas unidades especializadas também deverão promover ações de prevenção, conscientização e orientação sobre os direitos das pessoas com deficiência.</p>
<p><strong>Próximos passos</strong><br />
A proposta tramita em <span class="termoGlossario" title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário." data-toggle="tooltip" data-placement="top">caráter conclusivo</span> e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></li>
</ul>
<p> </p>
<div></div>
<p> </p>
<p>Fonte:  <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1289523-comissao-aprova-criacao-de-delegacias-especializadas-no-atendimento-a-pessoas-com-deficiencia/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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		<title>Mulheres pedem aprovação imediata do projeto que torna a misoginia crime</title>
		<link>https://culturaemoff.com.br/2026/07/08/mulheres-pedem-aprovacao-imediata-do-projeto-que-torna-a-misoginia-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wilian Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 00:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708153115840-768x473.jpg" 0="" alt="Mulheres pedem aprovação imediata do projeto que torna a misoginia crime" />Bruno Spada/Câmara dos Deputados Reunião da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher debateu o tema Participantes de debate sobre o projeto de criminalização<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708153115840-768x473.jpg" 0="" alt="Mulheres pedem aprovação imediata do projeto que torna a misoginia crime" /><div class="image-container" data-midia="1289488">
<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708153115840-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Projeto de lei que tipifica o crime de misoginia"></div>
<div class="midia-legenda">Reunião da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher debateu o tema</div>
</div>
<p>Participantes de debate sobre o projeto de criminalização da misoginia (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1282716-GRUPO-DE-TRABALHO-APROVA-RELATORIO-FINAL-SOBRE-CRIMINALIZACAO-DA-MISOGINIA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">PL 896/23</a>) pediram que a proposta seja votada no Plenário da Câmara dos Deputados antes das eleições. De acordo com as ativistas, a medida é fundamental para enfrentar a violência de gênero, que tem origem na cultura de ódio às mulheres.</p>
<p>A secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra, ressaltou que o Brasil é o quinto país que mais executa mulheres no mundo. Para ela, o que está em jogo com a aprovação ou não do projeto não é só a vida das mulheres, mas o modelo civilizatório do país.</p>
<p>“Por um lado, nós temos uma fila de mulheres a serem vitimadas por feminicídio. Por outro lado, a gente tem uma fila ainda maior de feminicidas sendo construídos, essa prática de meninos construindo listas de meninas estupráveis está acontecendo neste momento. Então é preciso dar um basta, que é aprovar o projeto de lei que criminaliza a misoginia no nosso país&#8221;, afirmou.</p>
<p>Estela Bezerra disse que a aprovação do projeto vai passar para a sociedade a mensagem de que não será admitida &#8220;uma mentalidade onde um corpo de uma mulher seja desrespeitado de tal forma que ela possa ser executada&#8221;.</p>
<p>Já aprovado no Senado, o projeto de lei equipara a misoginia ao racismo, que é um crime inafiançável e imprescritível. A misoginia é definida como a prática, indução ou incitação à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher em razão de sua condição de mulher. A pena prevista é de dois a cinco anos de <span class="termoGlossario" title="A reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção)." data-toggle="tooltip" data-placement="top">reclusão</span> e multa.</p>
<p>A coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher, Marlise Matos, lembrou que é dever constitucional do Estado proteger todas as pessoas contra qualquer forma de violação. No entanto, ela destaca que, na prática, a violência contra a mulher impede ou anula o exercício de todos os direitos humanos.</p>
<p>“A gente precisa efetivamente avançar, porque o ódio e a discriminação funcionam como combustível para formas privadas e públicas de violência de gênero contra as mulheres, e essa aversão estrutural impede que elas ocupem mais espaço de poder&#8221;, disse Marlise Matos. &#8220;Os discursos de ódio são as primeiras expressões das formas de violência, nunca começa com a facada, com o tiro, muito raramente.&#8221;</p>
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<div class="midia-creditos"><em>Bruno Spada/Câmara dos Deputados</em></div>
<div class="media-wrapper"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2026/07/img20260708153113330-768x473.jpg" alt="Audiência Pública - Projeto de lei que tipifica o crime de misoginia. Dep. Luizianne Lins (REDE - CE)"></div>
<div class="midia-legenda">Luizianne Lins: é preciso mobilização para que as leis sejam aprovadas e cumpridas</div>
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<p><strong>Legislação recente</strong><br />
A presidente da Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher, deputada Luizianne Lins (Rede-CE), ressaltou que a legislação voltada a proteger as mulheres é muito recente no Brasil. Ela lembrou que a Convenção de Belém, que foi o primeiro diploma legal do país a reconhecer a violência contra a mulher, é de 1994, e a <span class="termoGlossario" title="Trata-se da Lei 11.340/06 que protege as mulheres contra a violência doméstica e familiar. A lei torna mais rigorosa a punição aos agressores, aumentando o tempo máximo de detenção de um para três anos. Prevê ainda a prisão em flagrante do agressor e a não aplicação de penas alternativas (aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas). Constatada a agressão, poderão também ser aplicadas medidas protetivas como o afastamento do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da ofendida. O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Fernandes, que sobreviveu a duas tentativas de homicídio praticadas pelo ex-marido." data-toggle="tooltip" data-placement="top">Lei Maria da Penha</span> tem apenas 20 anos, entrou em vigor em 2006.</p>
<p>A parlamentar ainda pediu mobilização das mulheres pela aprovação do projeto que criminaliza a misoginia, mas também depois, para que a lei seja cumprida.</p>
<p>“É tudo muito recente, só que nós não podemos esperar 12 anos de uma lei para outra, nem muito menos esperar que as leis por si só, só porque são leis, vão ser cumpridas. O movimento de mulheres tem que estar sintonizado o tempo inteiro com essas conquistas, porque, se não tiver mulherada na rua mobilizada, as próprias leis aprovadas por esta Casa são invisibilizadas”, disse a deputada.</p>
<p>Na semana passada, os deputados aprovaram <span class="termoGlossario" title="Regime de tramitação que dispensa exigências, interstícios e formalidades regimentais (salvo a publicação, o quórum e os pareceres) para que uma proposição seja apreciada pela Câmara de forma mais célere. Pode-se dizer que as proposições são urgentes em razão da natureza da matéria; em razão de serem de iniciativa do Poder Executivo, com solicitação de urgência do presidente da República; ou em virtude de terem sido reconhecidas, por deliberação do Plenário, com esse caráter. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais." data-toggle="tooltip" data-placement="top">urgência</span> para que a proposta que criminaliza a misoginia seja votada diretamente no Plenário. A expectativa é de votação antes do <span class="termoGlossario" title="Interrupção temporária das atividades legislativas. Não havendo convocação para sessão legislativa extraordinária, o recesso da Câmara e do Senado será de 18 a 31 de julho e de 23 de dezembro a 1º de fevereiro." data-toggle="tooltip" data-placement="top">recesso parlamentar</span> de julho, mas ainda não há acordo entre os partidos sobre o texto final a ser aprovado.</p>
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<li><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1288796-LIDERES-ADIAM-VOTACAO-DE-PROJETO-SOBRE-MISOGINIA-POR-FALTA-DE-CONSENSO">Líderes adiam votação de projeto sobre misoginia por falta de consenso</a></li>
</ul>
<p>Fonte:  <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1289451-mulheres-pedem-aprovacao-imediata-do-projeto-que-torna-a-misoginia-crime/" target="_blank" class="feedzy-rss-link-icon">Read More</a></p>
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					<wfw:commentRss>https://culturaemoff.com.br/2026/07/08/mulheres-pedem-aprovacao-imediata-do-projeto-que-torna-a-misoginia-crime/feed/</wfw:commentRss>
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