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O líder do partido de esquerda israelense Os Democratas, Yair Golan, disse neste domingo (30) que “somente o culpado pede perdão”, após tomar conhecimento do pedido do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, no julgamento em que é acusado de corrupção, fraude, abuso de confiança e suborno. “Somente o culpado pede perdão. Após oito anos de julgamento, quando os casos contra ele não foram arquivados, Netanyahu pede perdão”, escreveu o líder de esquerda em sua conta na rede social X (ex-Twitter).
Em sua mensagem, Golan também exigiu que Netanyahu “assuma sua responsabilidade, admita a culpa, abandone a política e liberte o povo e o país”, pois só assim será possível “alcançar a unidade do povo”.
O Movimento por um Governo de Qualidade em Israel também quis expressar sua indignação neste domingo e garantiu que, caso Netanyahu seja perdoado, “será um golpe fatal para a democracia israelense”. “Perdoar uma pessoa que está sendo julgada por três graves acusações de suborno, fraude e abuso de confiança prejudicaria o princípio da igualdade perante a lei”, acrescentou o movimento em comunicado.
Netanyahu enviou neste domingo, por meio de seu advogado, um pedido de indulto ao presidente Isaac Herzog, no julgamento em que enfrenta três acusações de corrupção, fraude, abuso de confiança e suborno, segundo informou seu gabinete em comunicado.
A carta do líder israelense menciona várias vezes que seu “interesse pessoal” é continuar o julgamento com a certeza de que será absolvido. No entanto, ele garante que o “bem do Estado” de Israel, entendido como o interesse público, depende da conclusão do julgamento.
O líder israelense enfrenta acusações de suborno, fraude e abuso de confiança ocorridos entre 2007 e 2017. Além do caso 1.000, o primeiro-ministro, de 75 anos, enfrenta outros dois casos, o 2.000 e o 4.000, relacionados a supostos acordos com magnatas das telecomunicações, em troca de cobertura midiática favorável à sua imagem.
Netanyahu é o primeiro chefe de governo em exercício na história de Israel a ser declarado réu em um julgamento criminal, já que em casos anteriores, seus antecessores renunciaram antes de enfrentar processos judiciais.
*Com informações da EFE
Publicado por Nícolas Robert
Fonte: Noticias ao Minuto Read More




