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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE). A decisão ainda segue para ser aprovada no senado, etapa final para ser passar a valer. No Senado, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), deve ser a relatora.
O deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), que é o relator do texto na Câmara, participou de uma reunião mais cedo com o vice-presidente da República e também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para tratar acertar a votação.
Hugo Motta, já havia dito no sábado (21) que a Câmara priorizaria nesta semana a votação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.
“Com as incertezas acerca da imposição de tarifas pelos Estados Unidos, resta ao Brasil lutar pela previsibilidade nas relações comerciais internacionais. Por isso, priorizaremos a votação do acordo Mercosul-UE na próxima semana”, disse Motta em publicação no X na ocasião.
O acordo foi enviado ao Congresso pelo governo no início de fevereiro. O Legislativo precisa chancelá-lo. Na última semana, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), havia apresentado a líderes e a Motta um relatório sobre o acordo feito pelo Mercosul com a UE.
Entenda o Acordo Mercosul-UE
Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) foi aprovado pelo Conselho da Europa. O tratado assinado no dia 17 de janeiro deste ano em Assunção, no Paraguai, estabelece as bases da maior zona de livre comércio do mundo, envolvendo cerca de 700 milhões de pessoas.
Embora celebrado por governos e setores industriais, o acordo ainda enfrenta resistência de agricultores europeus e ambientalistas, que criticam possíveis impactos sobre o clima e a concorrência agrícola. A implementação será gradual e os efeitos práticos devem ser sentidos ao longo de vários anos.
Após a assinatura formal, o acordo ainda precisará ser aprovado pelo Parlamento Europeu. Partes que extrapolam a política comercial, como acordos técnicos, exigirão ratificação nos parlamentos nacionais da UE, o que pode alongar o cronograma e abrir espaço para disputas.
*Em atualização
Fonte: Jovem Pan Read More


