
MPF pede condenação de Ratinho e SBT por falas contra Erika Hilton
13/03/2026
Bolsonaro está estável, mas ainda corre risco de vida, diz médico
13/03/2026
O presidente do Instituto Voto Legal, Carlos César Moretzsohn Rocha, de 72 anos, é engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Depois das eleições presidenciais de 2022, foi contratado pelo Partido Liberal (PL) para a realização de estudos para basear a ação na qual o partido contestou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o resultado do primeiro turno das eleições. Na ação, foi usada desinformação para sugerir fraudes na votação eletrônica.
Na época, Carlos foi condenado a 7 anos e seis meses de prisão – além de uma multa de R$ 30 mihões – pela trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, ele foi alvo de mandado de prisão domiciliar expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em dezembro de 2025.
De acordo com a Polícia Federal (PF), na ocasião, os agentes foram ao prédio residencial do presidente do instituto, em São Paulo, e descobriram que ele não morava mais no local. Ao entrarem em contato com os advogados, os policiais foram informados de que o presidente se recusou a fornecer o novo endereço à defesa.
A PF descobriu que ele havia deixado o território nacional no dia 26 de setembro de 2025 rumo ao Reino Unido. Atualmente ele ainda está foragido no território britânico.
Pedido de extradição de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes pediu, na segunda-feira (9), a extradição de Carlos Rocha do Reino Unido para onde fugiu. Diante da fuga, o ministro do STF decretou a prisão preventiva e iniciou os trâmites internacionais para trazê-lo de volta ao Brasil.
Para aceitar o pedido, as autoridades britânicas exigiram do Brasil um documento complementar chamado “Modelo de Garantia”, que apresenta as condições do presídio onde o brasileiro ficará detido caso seja extraditado. Moraes confirmou que enviou todas as informações necessárias.
Em ofício enviado ao STF na quinta-feira (12), o Ministério da Justiça respondeu a Moraes confirmando que toda a documentação complementar já foi encaminhada ao Ministério das Relações Exteriores. Agora, cabe ao Itamaraty fazer o contato diplomático oficial com o governo do Reino Unido para tentar garantir o retorno de Carlos Cézar ao Brasil.
*Com informações da Agência Brasil
Fonte: Jovem Pan Read More


