VOCÊ SABIA ?

Que a máscara de proteção, surgiu no século 18.

A proteção surgiu no final do século 18, mas só foi usada nas ruas após um surto de gripe que se iniciou em 1918, matando cerca de 50 milhões de pessoas, 5% da população global.

A Gripe Espanhola foi uma pandemia, que se disseminou em todo o mundo, causada pelo vírus influenza A do tipo H1N1. Especialistas consideram a doença como a mais letal da história da humanidade.

A origem da gripe é desconhecida, no entanto foi bastante comum entre alguns mamíferos e aves, tanto selvagens quanto domésticos. Não houve registros da enfermidade em outros primatas.

Isso fez com que estudiosos concluíssem que o vírus era procedente da civilização, surgida pela sedentarização ocorrida no período Neolítico. Isso significa que a transição cultural do povo nômade para permanecer em um único local, pode ter tido como consequência o alastramento do vírus.

Mesmo sendo denominada de Gripe Espanhola, a doença se iniciou em Fort Riley, Kansas, Estados Unidos, em 4 de março de 1918, e em Queens, Nova York, em 11 de março do mesmo ano.

O nome foi dado, porque durante a 1ª Guerra Mundial, a Espanha foi o único país a se manter neutro em todos os aspectos: tanto em relação a imprensa e as notícias sobre a doença. As informações dos 8 milhões de infectados pela ‘fiebre de los tres días’ era repassada à população espanhola.

Enquanto isso, outros países bloqueavam notícias que pudessem desfavorecer as tropas que lutavam na guerra.

A gripe atingia o aparelho respiratório e os principais sintomas eram: tosse, dor de garganta, febre, calafrios, fraqueza, prostração e dores nos músculos e juntas. A doença era transmitida através do contato com pessoas contaminadas.

A epidemia afetou diversas nações em três diferentes épocas. Na primeira vez, a enfermidade apareceu entre março e abril, no Kansas, Estados Unidos. Apesar de ter sido considerada branda, levou à morte de 10 mil pessoas, em seis meses.

Após percorrer diversos continentes, a epidemia retornou aos Estados Unidos em agosto, com uma taxa de letalidade de 6 a 8%.

No terceiro momento, entre fevereiro e maio de 1919, a infecção foi mais moderada.

No Brasil, a epidemia ganhou força quando brasileiros que estavam no norte da África foram contaminadas. A pandemia chegou a matar mais de 35 mil pessoas no país.

Em 2009, o vírus H1N1 — do tipo A — retornou.  No entanto, a força da doença foi muito menor do que no século anterior. Não houve epidemia, e os Governos da maioria das nações investiram na vacina contra a gripe.Bruna Valle  (parte do texto retirado da publicação)
jornalista

Angelo José D'Ambrosio

Mestre em Gestão Econômica Empresarial pela Fundação Getulio Vargas – FGV –RJ. Pós-graduado em Administração de Empresas pelo CEPG – Centro de Especialização e pós-graduação do Centro Superior de Vila Velha. Graduado em Ciências Contábeis pelo Centro Superior de Vila Velha. Graduado em Direito pelo Centro Superior de Vila Velha . Profissional liberal atuando na área do Direito Internacional, com 33 anos de experiência em cargos executivos de empresas nacionais (RJ, ES e BH), com foco em finanças e Comércio Exterior. Consultor de empresas com ênfase em Direito Internacional planejamento estratégico, construção de cenários, Marketing Internacional e gestão empresarial, no segmento de comércio exterior . Prof. Universitário nas cadeiras de Direito Internacional e Economia Internacional .

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