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Em resposta ao pedido de manifestação feita pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, sobre a cirurgia no ombro do ex-presidente Jair Bolsonaro, a Procuradoria-Geral da República (PGR), disse, nesta sexta-feira (24), que não se opõe ao procedimento.
“O relatório médico assinado em 24.4.2026, por seu turno, indica que as principais queixas atuais do paciente são dores recorrentes e intermitentes no ombro direito, tanto em repouso quanto aos movimento do membro superior direito.”, diz a decisão. “Dadas as informações fornecidas, não se vislumbra óbice ao acolhimento do pedido. A Procuradoria-Geral da República não se opõe aos pedidos formulados por Jair Messias Bolsonaro, sem prejuízo da adoção das medidas de cautelas necessárias.”, acrescenta.
Segundo o documento, o relatório fisioterapêutico apresentado pela defesa indica que a realização do procediento cirúrgico requerido, em caráter eletivo, o apontado apresenta três lesões que necessitam de reparações por meio de intervenções cirurgicas.
Na quinta-feira (23), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que o ex-presidente seja autorizado a passar por uma cirurgia no ombro direito. A PGR tinha o prazo de cinco dias para se manifestar sobre a solicitação.
O pedido foi apresentado pelos advogados de Bolsonaro na terça-feira (21), com a indicação de que a cirurgia seja realizada já nesta sexta-feira (24) ou no sábado (25). O procedimento tem como objetivo reparar as estruturas de articulação, conhecidas como manguito rotador e lesões associadas.
Segundo a defesa, o ex-presidente sofre com dor persistente e incapacidade funcional no ombro, mesmo após tentativas de tratamentos conservadores e o uso diário de analgésicos. Exames físicos e de imagem constataram uma retração importante e uma lesão de alto grau no tendão supraespinhal — estrutura responsável pelo movimento de levantar o braço.
Fonte: Jovem Pan Read More


